Butecando

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O Burguer Nosso de Cada Dia!

por Tavares 512, em 2018-09-17 00:00:00

O Artesanal é a febre do momento. Costumo dizer que o Artesanal é o novo "Gourmet", tudo na vida agora é artesanal isso, artesanal aquilo. Mas essa volta que a cozinha está fazendo às suas origens, contra o que é processado e industrializado, é muito melhor que a goumertização sofrida a uns anos que, em sua grande maioria, só serviu mesmo pra aumentar o preço.




E um dos arautos dessa boa nova foi o Hambúrguer, que ganhou status de refeição, deixou de ser junkfood e passou a ser tratado com estrela do evento. Não que o "pordrão" tenha perdido espaço (até já escrevi sobre isso aqui), mas o Burguer Artesanal cresceu de maneira exponencial aqui em VDC City.


É uma vertente da cozinha que ainda muita gente não conhece. Um burguer bem feito pode sim substituir uma das 3  refeições do dia, porque não? Vamos ter proteína, carboidratos e vegetais. "Ahhhhhh, mas e a gordura? e o Bacon? e a fritura?" Estamos falando de menos sódio, menos aditivos químicos e qualidade do alimento! Fora isso é só usar o bom senso...hehe. Fora çque estudos comprovam que qualquer bacon é mais saudável do que qualquer pedaço de pão...mas isso fica pra outra matéria, ok? 




Não se engane também achando que todo burguer artesanal é bom, ou até mesmo é artesanal, e vale cada centavo nele empregado, é necessário comer pesquisar e, sim, ver custo benefício. 


Não vou falar desse ou daquele, tenho os meus "TOP 5", aqueles que valem à pena ir mais de uma vez, mas essa matéria é pra falar da cultura do slowfood. Temos grandes representantes, nomes de peso que estão sempre buscando melhorar tempo, serviço e qualidade.


De uns 3 anos pra cá é visível o crescimento do seguimento, basta abrir os aplicativos de entrega (delivery em língua Nativa) e ver o tanto de gente buscando um lugar ao sol. E convenhamos, delivery é bom, mas comer "in loco" é outra pegada, né mesmo? E não importa onde é, se o burguer é bom a galera vai e indica.




O burguer artesanal consiste, basicamente, em bleds (mistura em javanês) de carnes. Cada um com a sua receita, e cocção (Vlw Master Chef) diferenciada. O bom burguer deve ser rosado por dentro, mas não é obrigatório pra quem não gosta. Coma o seu do jeito que te agrada, mas saiba que determinadas liberações de sabores e percepção de texturas só se consegue com carnes "ao ponto" e "ao ponto pra mal", fora que demora menos pra ficar pronto.


O termo Slow food é porque o processo é lento, e dependendo do ponto da carne é mais lento ainda. Diferente dos Mc/king/bobs da vida, que também tem seu lugar, não estamos aqui pra ditar regras... não senhor. Inclusive, se me ver comendo um desses, não me julgue, pague a minha conta...hehe.


Aqui vai uma dica desta "omilde" pessoa que vos escreve para galera do ramo do Slowfood: Menos é mais!


Não é porque é artesanal que tem que ser atolado de coisa e de molho, ok?! Mesmo sendo no estilo "american burguer".vEu tenho barba e é um saco comer coisa com muito molho, fora que você tem que ter muita intimidade com a pessoa pra comer qualquer coisa muito melecada.  E que fascínio é esse por cebola caramelizada, gente? Nem é essas coca-cola toda, vai por mim, que papai sabe do que tá falando. Ahhh, e experimentem usar rúcula em seus cardápios, vão se surpreender.




"Ahhhh, mas rúcula é amarga e o povo não gosta". Nego, há 20 anos ninguém nessa cidade comia peixe crú e hoje fazem fila. Ouse! Saia do senso comum. E sobre o bacon eu não tenho nada a dizer não... usem bem bacon, tá? Mas usem de boa qualidade.




Mas é isso galera, deixem seus comentários sobre os melhores em sua opinião e quem sabe eu faça uma visita aos que não conheço ainda, neam? Afinal, a pessoa aqui tem um instagram de dicas gastronômicas e toda ajuda é bem vinda.


Gostaram da matéria? Me sigam no insta (@buteco512), tem muita dica boa por lá e humor sem sentido...hehe. Até a próxima. Forte abraço!


Tavares